CD Fiães comemora 66 primaveras

A fechar, não pode deixar de experimentar o Napoleão, sobremesa de inspiração francesa, montada com elegância na hora. Com apenas oito lugares ao balcão, serve cozinha kaiseki, que tem como pontos fundamentais a sazonalidade e a qualidade do produto. No pequeno restaurante aberto por Tomoaki Kanazawa, que quando regressou ao Japão, em 2017, escolheu Paulo Morais para o seu lugar, o chef homenageia a tradição nipónica como se fosse a sua.

Nas brasas, as sekuwa de frango marinado e as de porco gordo confirmam o talento. A experiência ao almoço e ao jantar é diferente e também por isso os menus omakase são apenas servidos à noite, ao balcão. Se o balcão proporciona a proximidade, na sala, muito procurada pela elite lisboeta, fica-se mais recatado.

Para terminar, a carta de sobremesas inclui, por exemplo, o Religieuse de pistáchio, que promete ser a forma ideal para acabar 2024. O deCastro Gaia, com uma vista privilegiada sobre o rio Douro, vai contar com um menu especial que promete fazer a fusão perfeita de uma harmonização dos vinhos DOC Douro com os sabores da cozinha portuguesa. Já para as sobremesas, o Tapisco dá a conhecer o seu gaspacho de maçã e hortelã, cogumelos crocantes e sorbet de pastinaca, assim como a famosa “Ensaimada” cabell d´àngel, uma abóbora com gelado de vinho do Porto.

Restaurante Cruzeiro

Familiarizado com as tradições culinárias portuguesas, o novo chef tem traçado um caminho de sustentabilidade, ligado sobretudo à sazonalidade dos ingredientes. Daí pode seguir para os pastéis de massa tenra com bacalhau, para o camarão ao alhinho em molho sedoso, para as saladas de polvo com batata doce e de orelha tenra. O Corrupio é pequeno em espaço, mas grande nos sabores. A dupla criou aqui uma cozinha saborosa, de partilha, mas sem empratamentos mínimos, sem pretensões a bistrô e ainda assim com momentos de genialidade. Depois de ter conquistado Cascais, onde hoje é uma instituição, o Confraria estendeu a sua cozinha japonesa a fiães sport clube Lisboa, para onde a equipa de sushimen tratou de trazer as melhores receitas da casa. Este restaurante é um tesouro escondido na Colina de Sant'Ana, talhado por uma equipa cheia de talento.

Os 100 melhores restaurantes em Lisboa

Preparámos um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa para quem quer estar constantemente a par do que se passa na gastronomia da cidade. As novidades multiplicam-se de tal forma que, quando descobrimos os restaurantes que abriram nos últimos meses, já temos novas mesas à nossa espera. Veja o que dizem sobre o restaurante Colina, são mais de 2.000 avaliações de clientes satisfeitos. Junte-se a nós e venha conhecer este Restaurante Histórico de Lisboa, que é a segunda casa de muitos portugueses há várias décadas e um ponto de paragem obrigatório para todos aqueles que visitam a cidade e querem provar a verdadeira gastronomia tradicional portuguesa. Os espaços generosos tornam-no igualmente ideal para eventos e convívios, onde se destaca a luminosa e exclusiva sala no primeiro andar, com capacidade para receber confortavelmente grandes grupos de até 60 pessoas. Seja o primeiro a receber na sua caixa de correio as novidades, eventos, ofertas e experiências exclusivas do universo Rocco.

Surpreender é a nossa missão,todos os dias.

  • O chef, Petter Nyström, construiu uma experiência gastronómica centrada no sabor.
  • É “a” tasquinha para comer caracóis nos meses em que os rastejantes dão o ar da sua graça, mas é também o sítio certo para comer um bife à casa com batatas fritas, pregos, iscas, costeletas de borrego ou arroz de lingueirão.
  • Uma das sobremesas disponíveis é o açaí, que tem uma estação de self-service.
  • Junte-se a nós e venha conhecer este Restaurante Histórico de Lisboa, que é a segunda casa de muitos portugueses há várias décadas e um ponto de paragem obrigatório para todos aqueles que visitam a cidade e querem provar a verdadeira gastronomia tradicional portuguesa.
  • Numa mesa onde o produto é rei, a simplicidade da matéria-prima serve de base a outros experimentos – sejam eles com sabores do mundo, ou com as últimas técnicas culinárias.

Não é possível falar da gastronomia japonesa em Portugal sem referir Paulo Morais, decano da cozinha oriental. António Bóia, chef executivo do Amorim Luxury Group, é um zelador da cozinha tradicional, ainda assim acrescentando à carta propostas internacionais. Entre as músicas de Dr. Dre, Snoop Dogg ou Missy Elliot ouve-se “Sim, chef! Dependendo dos dias, há bacalhau à minhota, chanfana, cozido à portuguesa ou cabrito. Pode ser o brioche feito em casa pelo menos duas vezes por dia e que chega à mesa ligeiramente torrado, pode ser a carne certificada Black Angus, ou até as batatas impecavelmente fritas, com alho e alecrim. Por mais hambúrgueres que possamos comer, há algo que continua a distinguir os exemplares deste restaurante colado à Gulbenkian (e também no Time Out Market e em Santa Apolónia).

Aveiro: Cadáver encontrado no cais dos Mercantéis

Tem dois à escolha, um de sete e outro de dez momentos, que vão mudando entre estações. O chef saiu de Chaves há já uns bons anos, mas nunca esquece as raízes. Percebes, amêijoas, camarão, sapateiras, navalheiras, santolas, lagostas… O arroz de marisco é um ex libris da casa e a dose para dois serve três à vontade (daí também o sucesso).

Com umas belas arcadas em pedra a marcar a sala, o espaço foca-se na massa fresca italiana com influências do mundo e sabores do mar. Na ementa, os dumplings chegam à mesa cozidos a vapor ou fritos na frigideira, acompanhados por caldos ricos e outras especialidades que remetem para a gastronomia de rua de Xangai. Das panquecas de marisco aos cortes premium de carne para grelhar na mesa, a grande missão da casa é educar os clientes nos rituais tradicionais, ensinando a saborear cada prato como se estivesse em Seul. Com direcção gastronómica do chef Mário Ribeiro e um engenheiro de formação, João Bivar, a manusear diariamente as facas, o Meiyo quer dar aos amantes do sushi uma experiência mais contemporânea.

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